Pentatentativa
Cruzo os braços e espero pela electrocussão.
Porque terei de viver na ansiedade da incerteza, porque não me pisas de uma vez por todas?
A cada minuto, um corte, apenas o suficiente para saber que ainda sinto.
Esta é a pentatentativa, provavelmente a única desde que tenho consciência da tua não existência.
Caminhei para a nascente de um rio de coincidências, ilusões, delírios e constatações.
Pensei encontrar algo puro, ainda no seu estado mais bruto e genuíno.
Não sei o que vi, não sei se me vês.
Enfastia-me, a vulgarização da aproximação humana.
Enfastia-me, o ritual com um desfecho sempre igual... e sobretudo estas exteriorizações acerca das mesmas (in)certezas.
Perde-se a unicidade quando apagamos a fantasia e resta apenas a razão.
E a razão diz-me para parar de debitar vocábulos sem significação aparente.
Não sou volátil.
Porque terei de viver na ansiedade da incerteza, porque não me pisas de uma vez por todas?
A cada minuto, um corte, apenas o suficiente para saber que ainda sinto.
Esta é a pentatentativa, provavelmente a única desde que tenho consciência da tua não existência.
Caminhei para a nascente de um rio de coincidências, ilusões, delírios e constatações.
Pensei encontrar algo puro, ainda no seu estado mais bruto e genuíno.
Não sei o que vi, não sei se me vês.
Enfastia-me, a vulgarização da aproximação humana.
Enfastia-me, o ritual com um desfecho sempre igual... e sobretudo estas exteriorizações acerca das mesmas (in)certezas.
Perde-se a unicidade quando apagamos a fantasia e resta apenas a razão.
E a razão diz-me para parar de debitar vocábulos sem significação aparente.
Não sou volátil.

