Vidros duplos e (Im)perturbações
Deixa a janela semi-aberta.
Não saias já...
Queimei o último calendário e todos os adereços relacionados com o tempo e o tempo que já passou.
Hoje quero prometer-te o mundo e achar que podemos escapar à interferência do universo nas nossas aventuras até que a vida social nos separe.
Sabes, não li as regras da cumplicidade nem da união. Aquelas que sofrem sempre alterações à medida que o vento passa.
Vamos, nós, tentar passar a correr só para ver o que acontece se acontecer o que eu penso?
Quero sentir-me esgotado.
Deslizas entre peças de mobiliário escuro fazendo coisas que raramente me preocupo em perceber.
Pisas sempre pétalas de num tecido escuro trazendo coisas que raramente consigo receber.
Não saias já...
Queimei o último calendário e todos os adereços relacionados com o tempo e o tempo que já passou.
Hoje quero prometer-te o mundo e achar que podemos escapar à interferência do universo nas nossas aventuras até que a vida social nos separe.
Sabes, não li as regras da cumplicidade nem da união. Aquelas que sofrem sempre alterações à medida que o vento passa.
Vamos, nós, tentar passar a correr só para ver o que acontece se acontecer o que eu penso?
Quero sentir-me esgotado.
Deslizas entre peças de mobiliário escuro fazendo coisas que raramente me preocupo em perceber.
Pisas sempre pétalas de num tecido escuro trazendo coisas que raramente consigo receber.

1 Comments:
Gostei muito.
Beijo
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