Por cima
Surjo debaixo de manhãs vãs, essas que prezas e desprezas ao sabor aleatório do teu vinho.
Entranho-me manchando a tua memória de azul-céu e de um sabor agridoce que nem sempre consegues decidir se te agrada.
Engano-te mostrando uma verdade que não existe fora dos livros coloridos.
Ignoro-te complicando o teu silêncio.
Inspiras o que eu exalo sem questionar.
Serás o que eu escolher ser, e eu serei o que quiser, talvez nem serei por hoje.
Crio criaturas cruéis que abrem crateras profundas no teu bem estar, apenas para sentires a dor intrigante de viver.
Abandono-te para que sintas a ressaca violenta da carência e da falta de virtuosismo emocional que o destino te adivinha.
Derrubas-te. Eu saio por cima.
Entranho-me manchando a tua memória de azul-céu e de um sabor agridoce que nem sempre consegues decidir se te agrada.
Engano-te mostrando uma verdade que não existe fora dos livros coloridos.
Ignoro-te complicando o teu silêncio.
Inspiras o que eu exalo sem questionar.
Serás o que eu escolher ser, e eu serei o que quiser, talvez nem serei por hoje.
Crio criaturas cruéis que abrem crateras profundas no teu bem estar, apenas para sentires a dor intrigante de viver.
Abandono-te para que sintas a ressaca violenta da carência e da falta de virtuosismo emocional que o destino te adivinha.
Derrubas-te. Eu saio por cima.


