Quando olhaste
Um turbilhão de coisas na minha mente, ontem, quando olhaste.
Não pretendia vincar nenhum tipo de posição ou ideal, olhava apenas para o canto. Esse mesmo, onde o tecto e a parede se encontram, que guarda alguns segredos, aqueles que eu consegui reprimir.
Não foco nada, as vozes vagueiam pela sala aleatóriamente, o barulho dos copos tornou-se constante e as luzes começam a encandear-me.
Provo o vinho, sorrio e aceno como se estivesse por dentro do assunto. Os sentidos baralham-se e tornam-se num único, completamente homogéneo.
Reincidência... é o que me passa pela cabeça. Uma corrente de dèja-vu no meu horizonte, aproximando-se mais rapidamente do que consigo controlar.
Baixei o olhar. Senti-me estremecer. Não sei como explicar como, mas foi naquele momento.
Não pretendia vincar nenhum tipo de posição ou ideal, olhava apenas para o canto. Esse mesmo, onde o tecto e a parede se encontram, que guarda alguns segredos, aqueles que eu consegui reprimir.
Não foco nada, as vozes vagueiam pela sala aleatóriamente, o barulho dos copos tornou-se constante e as luzes começam a encandear-me.
Provo o vinho, sorrio e aceno como se estivesse por dentro do assunto. Os sentidos baralham-se e tornam-se num único, completamente homogéneo.
Reincidência... é o que me passa pela cabeça. Uma corrente de dèja-vu no meu horizonte, aproximando-se mais rapidamente do que consigo controlar.
Baixei o olhar. Senti-me estremecer. Não sei como explicar como, mas foi naquele momento.


