Sei...
Enfim, em casa.
Acabaram-se as flores de plástico, os aviões de papel. Aqui a luz é mais baixa e o ruído é menor.
Clico num mp3 perdido, encosto-me à cadeira e tento abstraír-me do facto de o tempo ser finito.
Tal como eu pensei!
Sempre tinha razão. Não é longínquo tudo aquilo que se alcança em menos de uma vida.
Não. Não estou a divagar! Recuando no tempo, reparo que estou em constante ruptura com o presente.
Costumava procurar o ruído e toda a agitação que dele advém.
Clico num mp3 perdido, encosto-me à cadeira.
Acabaram-se as flores de plástico, os aviões de papel. Aqui a luz é mais baixa e o ruído é menor.
Acabaram-se as flores de plástico, os aviões de papel. Aqui a luz é mais baixa e o ruído é menor.
Clico num mp3 perdido, encosto-me à cadeira e tento abstraír-me do facto de o tempo ser finito.
Tal como eu pensei!
Sempre tinha razão. Não é longínquo tudo aquilo que se alcança em menos de uma vida.
Não. Não estou a divagar! Recuando no tempo, reparo que estou em constante ruptura com o presente.
Costumava procurar o ruído e toda a agitação que dele advém.
Clico num mp3 perdido, encosto-me à cadeira.
Acabaram-se as flores de plástico, os aviões de papel. Aqui a luz é mais baixa e o ruído é menor.

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